Programa Multidisciplinar Cultura e Sociedade - UFBA | Blog de alunos
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Aonde o Brasil parece não ser mais Brasil!!!
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Formulações Intelectuais: Diálogos entre Gramsci, Said e Mato
Francisco A. Nunes Nt.[1] [...] Os livros são objetos transcendentesMas podemos amá-los do amor táctilQue votamos aos m…
Entre a flanação e a constatação. Diálogo com Dimenstein
Vamos a Copacabana? Lá as calçadas são largas, são ótimas, talvez uma das mais largas dentre as capitais nacionais! Mas, …
Os perigos das verdades absolutas e do relativismo vulgar
Costumamos pensar que há uma verdade, e em oposição à esta, uma mentira. É uma forma de organizarmos nossa experiência, mas ac…
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- Giba (1) Não assisti ao circo. Mas lembrando o vídeo do Rio para as Olimpiadas eu pensei: "Quero morar no Rio, pois é o lugar mais seguro do mundo, e com maior justiça social" Após ler seu artigo penso: "O que vão fazer do Brasil?" Alguem disse certa vez que quando nao vê pobres numa cidade, pensa logo, onde eles foram enterrados. O que estão tentando enterrar com tudo isso? posted on 9 Julho 2010
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Aonde o Brasil parece não ser mais Brasil!!!
Escrito por Francisco A. Nunes Nt.
Francisco A. Nunes Nt. (*)
Quero começar dizendo: patético! E isso só para ficar num tom mais ou menos, ameno.
A solenidade de lançamento e apresentação do Brasil para a Copa do Mundo em 2014, acontecida hoje, tarde de quinta-feira no país, noite em Joanesburgo, África do Sul, não aconteceu! O evento nos faz reafirmar tudo o que já sabemos sobre o fato de que o Brasil perdeu mesmo o rumo da prosa, para não dizer o trem das onze!
Apresentada por Fernanda Lima e seu marido e ator Global Rodrigo Hilbert, a cerimônia mas parecia tratar de qualquer coisa, menos do seu objetivo principal, os jogos da Copa de 2014. Os… Postado: Qui, 08 de Julho de 2010 18:18 em Artigos 1 Comentário Lido 711 times Leia mais... -
Formulações Intelectuais: Diálogos entre Gramsci, Said e Mato
Escrito por Francisco A. Nunes Nt.
Francisco A. Nunes Nt.[1]
[...] Os livros são objetos transcendentesMas podemos amá-los do amor táctilQue votamos aos maços de cigarroDomá-los, cultivá-los em aquários,Em estantes, gaiolas, em fogueirasOu lançá-los pra fora das janelas(Talvez isso nos livre de lançarmo-nos)Ou o que é muito pior por odiarmo-losPodemos simplesmente escrever um.
Caetano Veloso, Livro – 1997.
O trecho acima em destaque de Caetano Veloso pode nos arremeter às discussões postas por Antonio Gramsci, Edward W. Said e Daniel Mato respectivamente nos textos “Formação dos intelectuais”, “Representações dos intelectuais” e “Diferenças culturais, interculturalidade e Inclusão na Produção de Conhecimento e Práticas Sócioeducativas”. Tomados individualmente ou articulados entre si, resultam na/da… Postado: Qui, 08 de Julho de 2010 01:54 em Artigos Seja o primeiro a comentar! Lido 678 times Leia mais... -
Entre a flanação e a constatação. Diálogo com Dimenstein
Escrito por Francisco A. Nunes Nt.
Vamos a Copacabana? Lá as calçadas são largas, são ótimas, talvez uma das mais largas dentre as capitais nacionais! Mas, "pera" aí, nem só por isso e não apenas por isso, torna a cidade tranquila e aprazível, embora seja! A questão ou problema reside, como alerta Dimenstein quando o "saber" urbanístico "entende" que as intervenções citadinas, passam pela diminiuição dos lugares-espaços de fruição e fluição dos sujeitos. Isso implica dizer que a aprazibilidade dos centros urbanos ou intestinos destes, passa também pela diversidade de serviços à disposição da população de maneira geral, ou, dizendo de outra maneira, para além de flanar pelas ruas embebendo-nos dos seus encantos e (re)cantos, que também nós possamos gozar em todos… Postado: Sáb, 03 de Julho de 2010 20:35 em Blogs Seja o primeiro a comentar! Lido 685 times Leia mais... -
Os perigos das verdades absolutas e do relativismo vulgar
Escrito por Giba
Costumamos pensar que há uma verdade, e em oposição à esta, uma mentira. É uma forma de organizarmos nossa experiência, mas acima de tudo uma mostra da nossa limitação, ao pensarmos o mundo sempre por binarismo / oposições/ hierarquias.
O contraposto da verdade não é a mentira. Entre essas duas instâncias, há outros elementos que as atravessam.
Quando uma criança diz uma (in)verdade, nem sempre é uma mentira, pode ser sonho, fantasia ou desejo.
A esquizofrenia é outro exemplo de como o binarismo in/verdade é complexo, onde o sujeito tem alucinações, vê e ouve vozes. Acredita ser real. O mesmo sujeito pode chegar há um nível de reconhecimento da doença… Postado: Sáb, 03 de Julho de 2010 20:21 em Blogs Seja o primeiro a comentar! Lido 678 times Leia mais...